As co-ocorrências de estrangeirização e domesticação nas três traduções brasileiras do conto “The Invisible Man” de G. K. Chesterton

Lilian Agg Garcia

Resumo


Este artigo objetiva analisar as co-ocorrências de estratégias de estrangeirização e de domesticação como método tradutório, que busca soluções tradutórias para os problemas enfrentados pelos tradutores para traduzir colocações adjetivas, nominais e verbais. Os referidos problemas foram extraídos de cinco fragmentos de três traduções, do inglês para o português brasileiro, do conto “The Invisible Man” (1911), enquadrado no gênero conto policial, da coletânea de contos The Innocence of Father Brown, de G. K. Chesterton, sendo uma das traduções de 1997, realizada por Lúcia Santaella e publicada pela editora Imago, a segunda de 2006 realizada por Carlos Â. Nougué, pela editora Sétimo Selo e a terceira de 2011 por Henrique Guerra, pela coleção L&PM Pocket. Os cinco fragmentos traduzidos foram analisados, segundo o conceito de tradução de Schleiermacher (2011), dos conceitos de estrangeirização e de domesticação de Venuti (1995) e do conceito de colocação de Sinclair (1991). No final da análise tanto o método tradutório quanto o estilo pessoal dos tradutores foram detectados, comprovando que o texto de chegada submeteu-se a diferenciadas influências, sejam elas: a interferência linguística, o estilo do autor do texto de partida e do tradutor, políticas editoriais, entre outras.


Palavras-chave


Estudos da Tradução; Letras; Linguística.

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In-Traduções ISSN 2176-7904, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.